sexta-feira, 11 de novembro de 2011

“Atividade Paranormal 3” repete fórmula de sucesso

Filme mistura realidade e ficção
 


Desde o sucesso mundial de A bruxa de Blair (1999), o filme que mistura ficção com falso documentário se tornou um gênero dentro de outro maior, o Horror. O espanhol Rec (2007) e O Último Exorcismo (2010) são apenas alguns exemplos de sucesso. Parece que a fantasia perdeu a graça e somente o realismo assusta.

Seguindo essa tendência, a franquia Atividade Paranormal (2009/2010) vem colhendo bons frutos ao abusar da simplicidade e da criatividade. Deu tão certo que gerou um terceiro filme, cuja estreia é nesta sexta-feira (11) no Cine XV.

Tudo começou em 2009, quando o diretor Oren Peli levou a cabo um longa-metragem que se passa quase todo ele com um jovem casal numa casa mal assombrada.

Com imagens captadas apenas por meio das câmeras manipuladas pelo personagem Micah, o primeiro filme apresentava uma história cercada de mistério e estranhos acontecimentos paranormais. Barulhos do nada e objetos que se movimentam sozinhos vão assustando os personagens. Algum espírito está incomodado e mexendo com a casa.

Já no segundo filme, volta-se no tempo para explicar como ocorreram os estranhos acontecimentos. O espectador fica sabendo que tudo tem relação com a irmã da protagonista do longa-metragem que abre a série.

E, agora, em Atividade Paranormal (2011), os diretores Henry Joost e Ariel Schulman fazem uma viagem ainda maior para o passado. A história se passa durante a infância das irmãs que protagonizaram os dois filmes anteriores.

ENREDO
Casado com Julie (Lauren Bittner), Dennis (Christopher Nicholas Smith) adora filmar. Os dois são pais de duas meninas: Katie (Chloe Csengery) e Kristi (Jessica Tyler Brown).

Um belo dia, Dennis resolve filmar a transa com sua esposa. Mas, um terremoto iria atrapalhar o momento de fetiche, revelando uma estranha imagem em sua gravação. Somente um de seus amigos fica intrigado com o fato, ajudando a instalar mais de uma câmera na casa. O que eles passam a ver marcará para sempre o futuro de todos.

SERVIÇO
Filme: Atividade Paranormal (2011), 85 min.
Estreia: sexta-feira (11)
Local: Cine XV
Horários: 19h30min e 21h30min
Valor: a consultar (Tel.: 3621-2005)
Sala: o cinema é localizado no centro de Guarapuava, na Rua Getúlio Vargas, 1.716.

(Imagem: www.adorocinema.com.br)




quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Centro de Artes Iracema T. Ribeiro promove I Salão de Artes Plásticas

O Centro de Artes e Criatividade Iracema Trinco Ribeiro abre nesta quinta-feira (10), às 9 horas, o I Salão de Artes Plásticas de Guarapuava. Promovido pela Alac (Academia de Letras, Artes e Ciências de Guarapuava) e Federação das Academias de Ciência, Letras e Artes do Paraná, a exposição reúne obras de artistas plásticos que estão sendo avaliados por um júri. No dia 25 de novembro, serão conhecidos os grandes vencedores.

Até o dia 24 de novembro, pinturas, desenhos e esculturas estarão disponíveis para visitação pública, com entrada franca, nos horários da manhã, entre 8 e 11h30min, e da tarde, entre 13 e 17h30min.

O Centro de Artes Iracema Trinco Ribeiro fica localizado na Rua Marechal Floriano Peixoto, 1.399, no centro da cidade. Para mais informações, entrar em contato pelo telefone (42) 3623-1306.

Mostra em homenagem a Vincent Price se encerra com “Dr. Morte”

 
A mostra Vincent Price Faces da Morte se encerra nesta quarta-feira (9) com o filme Dr. Morte (1974). Com entrada franca, a sessão se inicia às 19h30min no Cine Unicentro do câmpus Santa Cruz da Unicentro (Universidade Estadual do Centro-Oeste).

Dirigido por Jim Clark, o longa-metragem da última noite do festival conta a história de Paul Toombes (Vincent Price), um famoso ator de obras de horror estreladas por um personagem chamado Dr. Morte. A coisa complica quando pessoas ao seu redor começam a morrer de verdade.

O filme utiliza cenas de produções famosas e que foram exibidas durante a semana na sala de cinema da Unicentro: O Corvo e Muralhas do Pavor. Seria uma espécie de releitura da carreira do próprio Price, consagrado pelas produções na linha do “Filme B” (poucos recursos financeiros e muita criatividade) no gênero do Horror.

Com esse filme de 1974, o festival promovido pelo Cine Sesc e pelo NPCinema (Núcleo de Produção e Pesquisa em Cinema da Unicentro) encerra a semana de homenagens ao ator Vincent Price (1911-1993). Na segunda-feira (7), foram exibidos e debatidos os filmes O Corvo (1963) e Muralhas do Pavor (1962). Na terça-feira (8), foi As sete máscaras da morte (1973).

Segundo o coordenador do NPCinema e professor do Departamento de Comunicação Social da Unicentro, Anderson Costa, Price é um dos atores que melhor definem a face do cinema de Horror. “Artistas como o cineasta Tim Burton e o pessoal da banda de rock ZZ Top já reverenciaram a carreira desse ator em respectivas obras”, explica.

Como nas outras duas noites, o professor Costa vai comandar o debate desta noite.


terça-feira, 8 de novembro de 2011

Nivea anuncia patrocínio ao projeto cultural “Viva Elis”

Parceria envolve suporte da marca a diferentes ações, como apoio à turnê de Maria Rita interpretando, pela primeira vez em sua carreira, canções do repertório de Elis Regina

Homenagem especial à Elis Regina, a iniciativa envolve auxílio à exposição multimídia itinerante pelo país, também com documentário sobre a vida e a obra da diva da MPB, bem como o apoio à produção de livro baseado em sua trajetória. Além disso, o projeto inclui a realização de cinco shows estrelados por Maria Rita, filha de Elis Regina, que estará interpretando pela primeira e única vez em sua carreira, sucessos consagrados na voz de sua mãe.

Tanto os shows quanto a exposição serão gratuitos, promovidos em locais públicos. A turnê passará por São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife e Porto Alegre ao longo de 2012, quando se completam três décadas da morte de Elis.

Segundo Tatiana Ponce, diretora de Marketing da BDF Nivea Brasil, Viva Elis reforça a conexão das consumidoras brasileiras com um dos mais fortes pilares da marca: feminilidade repassada de geração para geração. “Estamos orgulhosos de associar a marca Nivea ao talento de duas grandes estrelas da música brasileira. Elis é atemporal, um clássico da MPB e Maria Rita também é símbolo de juventude, talento e beleza“, completa.

TRIBUTO
A participação de Maria Rita, estrela da MPB contemporânea, é um dos destaques do projeto Viva Elis. Oito anos depois de surgir no cenário musical com a "bênção e o desafio“ de ser filha do mito, Maria Rita vai cantar os sucessos da mãe pela primeira vez ao vivo, em shows inteiramente dedicados ao talento de Elis como uma espécie de tributo.

As canções do repertório serão escolhidas pela própria Maria Rita. “Nunca foi segredo o meu desejo de cantar canções já interpretadas por minha mãe, mas sempre comentei que isso aconteceria em um momento de real homenagem a ela“, afirma a cantora.

VIVA ELIS ITINERANTE
O músico e produtor João Marcello Bôscoli, irmão de Maria Rita, lidera a organização da exposição multimídia itinerante em homenagem à cantora, apresentando sua trajetória artística - desde o início até a consagração - e seus memoráveis shows, por meio de fotografias, vídeos (depoimentos, trechos de shows e entrevistas), músicas e documentos. Um documentário especial fará parte da exposição."É com muita alegria que recebemos o apoio de Nivea nessa iniciativa de celebrar e perpetuar a obra da Elis. O curioso é lembrar que foi a própria quem me apresentou a marca", conta João Marcello.

SOBRE MARIA RITA
Nascida em 9 de setembro de 1977, Maria Rita, filha da cantora Elis Regina e do arranjador e pianista César Camargo Mariano, iniciou sua carreira aos 24 anos. Antes de tornar-se cantora profissional, estudou Comunicação Social e Estudos Latino-Americanos na Universidade de Nova Iorque, nos EUA.

Nos últimos anos, vêm brilhando no universo musical, consagrando como novo ícone da MPB. Ganhadora de 6 prêmios Grammy Latino, incluindo Grammy Latino de Melhor Artista Revelação, também já ganhou edições do Prêmio Multishow de Música Brasileira, entre outras premiações nacionais. Maria Rita já vendeu 1,285 milhão de CDs e DVDs, somente no Brasil.

Discografia: Maria Rita (2003), Segundo (2005), Samba Meu (2007) e Elo (2011).

(Assessoria de Imprensa)

Cine Unicento é palco de mostra sobre Vincent Price

O conto “O gato preto” é uma das histórias que compõe o filme Muralhas do Pavor


 
Abrindo o primeiro dia da mostra Vincent Price Faces da Morte, o Cine Unicentro exibiu sessão dupla com O Corvo (1963) e Muralhas do Pavor (1962) nesta segunda-feira (7), no câmpus Santa Cruz da Unicentro (Universidade Estadual do Centro-Oeste). Promovido pelo Cine Sesc, com apoio do NPCinema (Núcleo de Produção e Pesquisa em Cinema), o festival presta homenagem ao ator Vincent Price (1911-1993).

 

O público que acompanhou a exibição daquela noite pôde conferir dois bons exemplos de um tipo de cinematografia que marcou época: o chamado “Filme B”. Com poucos recursos (orçamento e efeitos especiais) e muita criatividade, cineastas fizeram história e a alegria de fãs ao produzirem obras que se tornaram, com o passar do tempo, cult.

E a primeira noite da mostra promovida pelo Cine Sesc resume essa produção. “Tanto em O Corvo quanto em Muralhas do Pavor temos nomes emblemáticos do 'Filme B': Vincent Price, Peter Lorre, Boris Karloff e Roger Corman. Eles são a essência desse tipo de cinema”, explica o coordenador do NPCinema e professor do Departamento de Comunicação Social da Unicentro, Anderson Costa.

Debatendo com o público do Cine Unicentro, Costa destacou a importância do diretor dos filmes estrelados por Price: Roger Corman. Segundo o professor, Corman foi responsável por produzir pelo menos mais de 200 filmes ao longo de sua vida (Costa diz que o jornal Folha de S.Paulo fez as contas e chegou ao número 500), tornando-se uma referência no cinema. E não apenas para o universo “B”, já que diretores como Martin Scorsese (Taxi Driver, Os Infiltrados, Ilha do Medo) e Francis Ford Coppola (O Poderoso Chefão, Apocalipse Now) foram revelados pelo decano cineasta.

Quanto a Price, Lorre e Karloff, o coordenador do NPCinema detalhou o modo como seus rostos ficaram associados ao cinema de Horror.

Falando mais especificamente sobre O Corvo e Muralhas do Pavor, Costa identificou neles alguns elementos essenciais para o sucesso do “Filme B” (ditos durante uma entrevista de Karloff): ação, diálogos refinados, sensualidade e fantasia.

EDGARD ALLAN POE
Adaptados da obra do escritor norte-americano Edgar Allan Poe, os dois longas levaram às telonas o poema “O Corvo” (no filme homônimo) e três contos (em Muralhas do Pavor). Mas, na passagem da literatura para o cinema, os textos serviram apenas como ponto de partida.

“Apesar de se afastarem muito do universo de Poe, os dois filmes conseguiram usar muito bem a obra desse escritor para criarem um mundo do Horror”, explica Costa.

O professor aproveita para esclarecer que não se deve buscar na adaptação cinematográfica uma correspondência fidedigna ao texto literário. Tanto um quanto o outro pertencem a universos ficcionais diferentes, que obedecem a regras próprias.

PROGRAMAÇÃO
Na segunda noite da mostra Vincent Price Faces da Morte, será exibido As sete máscaras da morte (1973). Dirigida por Douglas Hickocx, é uma produção que narra a história de um ator canastrão (Vincent Price) especializado em interpretar W. Shakespeare. Quando ele não ganha determinado prêmio, resolve eliminar os críticos que fizeram parte do júri.

Com entrada franca, a sessão tem início às 19h30min no Cine Unicentro.

(Imagem: sky.com.br)



sábado, 5 de novembro de 2011

No Brasil, editora lança a revista em quadrinhos "Deadpool"

O protagonista é uma espécie de anti-herói da Marvel Comics

Entre os personagens da lendária editora norte-americana Marvel Comics, Deadpool talvez seja o mais fora do comum: irreverente, mercenário e com dupla personalidade. Enfim, é aquilo que se pode chamar de “anti-herói”, sem ideais de honra, lealdade, bravura e todo esse papo-furado bastante conhecido.

Com muitos defeitos e poucas virtudes, Wade Wilson (sua verdadeira identidade) acaba de ganhar sua primeira revista mensal no Brasil, cujo título é o mesmo do personagem: Deadpool.

Lançado pela paulista Panini Comics, o gibi já está no segundo número e mistura ação, humor, algumas esquisitices e uma pitada de erotismo. A grande sacada das histórias é fugir da obviedade desse tipo de publicação; aqueles moralismos do tipo “o Bem vence o Mal e a Ordem é restabelecida” dão lugar ao inusitado e à originalidade.

Sofrendo de algum transtorno bipolar, Deadpool transforma qualquer missão numa verdadeira sandice com seu humor negro e sarcástico. Só para ter uma ideia, numa das aventuras publicadas na nova revista o personagem viaja até a Terra Selvagem (um local pré-histórico) para enfrentar uma cabeça zumbi!

Falando em histórias, o número um, que ainda pode ser encontrado em algumas bancas de jornal, conta as origens do anti-herói; mas de uma maneira diferente. Interessado em um filme sobre si, Deadpool contrata um roteirista de Hollywood para elaborar o argumento. Como o resultado não agrada muito, a reação é bastante mortífera.

ORIGENS
Criado por Rob Liefeld e Fabian Nicieza, Deadpool apareceu pela primeira vez como vilão na revista The New Mutants n. 98 em fevereiro de 1991.

Trabalhando como mercenário, suas principais habilidades envolvem o manejo de tecnologia e as artes marciais. Além disso, tem um incrível fator de cura parecido com o de outro personagem famoso, Wolverine.




SERVIÇO:
HQ: Deadpool, números 1 e 2
Autor: Vários
Preço: R$ 6,20
Onde encontrar: bancas de jornal

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Troca de identidades é tema principal de produção hollywoodiana


Eu queria ter a sua vida é estrelado pelo ator principal de Lanterna Verde, Ryan Reynolds

De Dudley Moore a Tony Ramos, o cinema é fértil na produção de filmes que exploram a troca de identidades. Geralmente, uma palavra mágica provoca a mudança de personalidades e corpos. A graça está justamente na confusão causada em vidas tão diferentes. Pensando nisso, o diretor David Dobkin realizou Eu queria ter a sua vida (2011), que estreia nesta sexta-feira (4) em Guarapuava.

Estrelado pelo Lanterna Verde Ryan Reynolds, o longa-metragem apresenta a história de dois caras totalmente opostos. Um é Dave (Jason Bateman), um dedicado pai de família e profissional leal à sua empresa; o outro é Mitch (Ryan Reynolds), ator solteiro que leva a vida na maior farra.

Os dois são muito amigos e se conhecem há muito tempo. Ao se aliviarem na fonte de um parque, os dois dizem que gostariam de ter a vida do outro e a mágica acontece. Agora a mente de Dave está no corpo de Mitch e vice-versa. A situação permite que eles conheçam o outro lado da moeda, ao mesmo tempo em que precisam encontrar uma forma para que as vidas de ambos não desandem de vez.

Como é de costume, recomenda-se não esperar um grande filme ou coisa do gênero. Na linhagem de Tal pai, tal filho (1987), Sexta-feira muito louca (2003) e Se eu fosse você (2005), a produção Eu queria ter a sua vida deve ser vista sem muitas pretensões e aberta ao riso fácil.


SERVIÇO
Filme: Eu queria ter a sua vida (2011), 112 min.
Estreia: sexta-feira (4)
Local: Cine XV
Horário: 21 h
Valor: a consultar (Tel.: 3621-2005)
Sala: o cinema é localizado no centro de Guarapuava, na Rua Getúlio Vargas, 1.716.